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Chora na Rampa 2017

Nordeste – Os Encantos de um Povo Festeiro

(GRUPO E)
ASSOCIAÇÃO CULTURAL SAMBA É NOSSO


Em um clima seco, em terras agrestes do nosso país o nordeste se faz presente, como uma flor de mandacaru que desabrocha toda vez que a tão sonhada chuva chega lá no sertão.

Das mãos de um povo trabalhador que semeia esperança e transforma o barro em lindas obras de arte, um povo alegre que canta suas cantigas de roça, dançando uma quadrilha para comemorar as festas dos santos de devoção. Bandeiras coloridas, vestidos rendados e chapéu de palha… Um cheirinho de comida vem das barraquinhas enfeitadas de fita e chitão, dando um sabor a tudo que foi preparado por cozinheiras que preparam uma culinária típica da região.

O nordeste onde já serviu de cenários de grandes batalhas, onde o povo conta as histórias de seus heróis cangaceiros como Lampião e Maria Bonita. Essas histórias são passadas de pais para filhos, ficam registradas como uma literatura de cordel que ilustram esses contos.

Pegue a sanfona, a zabumba e o triângulo para cantarmos as canções que representam esse povo, que na voz do rei do baião levaram a nossa cultura para diversos cantos de nosso país, e falando de musica não podemos esquecer o nosso forró, axé, frevo, folia de reis, Maracatu, reisado, entre outros ritmos e festejos populares de nossa região.

Hoje o Chora na Rampa pede licença para os trios elétricos e o tradicional Galo da Madrugada para representar um nordeste festeiro no nosso carnaval.



Renato Rosa, Carnavalesco

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NORDESTE – OS ENCANTOS DE UM POVO FESTEIRO



Compositores: Nito de Souza, Douglas Ramos, Aurelio Brito, Rafael Santos, Guga 3D, Pai Belego, Lucas de Souza e Nego Dé
Intérprete: Rafael Santos
A flor do sertão se abriu
Sinal pra vida severina melhorar
Chega de ver o chão rachado
Ardendo feito fogueira de São João
Mãos calejadas o barro a moldar
Bandeirinhas pelo céu colorindo o luar
Se achegue mais tem arrasta pé
Que a fé do romeiro não há de falhar
Simbora cirandar com essa gente
“Mamulengar” cada coração                       (bis)
O meu Nordeste se faz presente
Sua culinária é sabor e tradição

Lampião rei do cangaço
Maria Bonita sua eterna inspiração
Versos rimados na rima cruzada
Do meu cordel eu faço a mais linda canção
Êta povo hospitaleiro
Que faz festa o ano inteiro
Numa sinfonia sem igual
Meu sertão cabra da peste
Você no meu carnaval

Tem sanfona no meu samba, tamborim no meu forró
Se já é pra lá de bom, assim fica bem “mió″                                (bis)
Sou Chora na Rampa nessa batucada
Tem maracatu no Galo da Madrugada