Salgueiro 2022 | Alegorias - Setor 13
Resistência
Compositores: Dema Chagas / Gladiador / Joana Rocha / Leonardo Gallo / Pedrinho Da Flor / Renato Galante / Zeca Do Cavaco
Ei, psiu!
Eu também sou salgueirense!
De todos os amores que eu tenho
Salgueiro, a minha maior paixão
Lá vem a academia
Segura que eu quero ver a minha Salgueiro!
Ai, que lindo, que lindo!
Salgueiro
Torrão amado, o lugar onde eu nasci
O povo me chama assim
(Canta, Salgueiro!)
Salgueiro, Salgueiro
O amor que bate no peito da gente
Sabiá me ensinou: Sou diferente
(Canta, Salgueiro!)
Salgueiro, Salgueiro
O amor que bate no peito da gente
Sabiá me ensinou: Sou diferente
Um dia, meu irmão de cor
Chorou por uma falsa liberdade
Kaô Cabecilê, sou de Xangô
Punho erguido pela igualdade
Hoje, cativeiro é favela
De herdeiros sentinelas
Da bala que marca feito chibata
Vermelho na pele dos meus heróis
Lutaram por nós contra a mordaça
Ê, mãe preta, mãe baiana
Desce o morro pra fazer história
Me formei na Academia
Bacharel em harmonia
Eis aqui o meu quilombo, escola
Ê, Galanga, ê, Rei Zumbi, Obá
Preta aqui virou Rainha Xica
Sou a voz que vem do gueto
Resistência no tambor
Pilão de preto velho eu sou
Ê, Galanga, ê, Rei Zumbi, Obá
Preta aqui virou Rainha Xica
Sou a voz que vem do gueto
Resistência no tambor
Pilão de preto velho eu sou
No Rio batuqueiro
Macumba o ano inteiro
Não nego meu valor, axé
Gingado de malandro
Kizomba e capoeira
Caxambu e jongo, fé na rezadeira
Tempero de Iaiá, não tenho mais, sinhô
E nunca mais, sinhá
Sambo pra resistir
Samba meus ancestrais
Samba pelos carnavais
Torrão amado, o lugar onde eu nasci
O povo me chama assim (canta, Salgueiro!)
Salgueiro, Salgueiro
O amor que bate no peito da gente
Sabiá me ensinou: Sou diferente (canta, Salgueiro!)
Salgueiro, Salgueiro
O amor que bate no peito da gente
Sabiá me ensinou: Sou diferente
Um dia, meu irmão de cor
Chorou por uma falsa liberdade
Kaô Cabecilê, sou de Xangô
Punho erguido pela igualdade
Hoje, cativeiro é favela
De herdeiros sentinelas
Da bala que marca feito chibata
Vermelho na pele dos meus heróis
Lutaram por nós contra a mordaça
Ê, mãe preta, mãe baiana
Desce o morro pra fazer história
Me formei na Academia
Bacharel em harmonia
Eis aqui o meu quilombo, escola
Ê, Galanga, ê, Rei Zumbi, Obá
Preta aqui virou Rainha Xica
Sou a voz que vem do gueto
Resistência no tambor
Pilão de preto velho eu sou
Ê, Galanga, ê, Rei Zumbi, Obá
Preta aqui virou Rainha Xica
Sou a voz que vem do gueto
Resistência no tambor
Pilão de preto velho eu sou
No Rio batuqueiro
Macumba o ano inteiro
Não nego meu valor, axé
Gingado de malandro
Kizomba e capoeira
Caxambu e jongo, fé na rezadeira
Tempero de Iaiá, não tenho mais, sinhô
E nunca mais, sinhá
Sambo pra resistir
Samba meus ancestrais
Samba pelos carnavais
Torrão amado, o lugar onde eu nasci
O povo me chama assim (canta, Salgueiro!)
Salgueiro, Salgueiro
O amor que bate no peito da gente
Sabiá me ensinou: Sou diferente (canta, Salgueiro!)
Salgueiro, Salgueiro
O amor que bate no peito da gente
Sabiá me ensinou: Sou diferente
Inscreva-se no Canal
Carnaval, Te Amo!
______________
Blogger: https://carnavalteamo.blogspot.com/?m=1&zx=14ae4d3a01b2d28
Instagram: https://www.instagram.com/carnavalteamonavidaetudopramim/
Facebook: https://m.facebook.com/carnavalteamo/
Twitter: https://mobile.twitter.com/EsrjO
__________________________________________
Edição do Vídeo e Filmagem: Eduardo Junior
Inscreva-se e Deixe seu Like
Deixe o seu comentário.
Nenhum comentário:
Postar um comentário